terça-feira, 24 de maio de 2011

Vulcão na Islândia

Vejam o sítio

http://www.weatheronline.co.uk/cgi-app/volcanic?LANG=en&CLOUD=1

sábado, 21 de maio de 2011

Brasil - CPI da Serra e Câmara debatem debatem criação de Código de Proteção Civil

Uma reunião conjunta(Foto) entre os membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Região Serrana que investiga as causas da tragédia das chuvas de janeiro e da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, criada para elaborar medidas preventivas contra catástrofes climáticas, foi realizada, nesta sexta-feira (20), na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Durante o encontro,foi anunciado o projeto para a criação do Código Nacional de Proteção Civil. “O Brasil pode e deve se preparar para as catástrofes. Custa menos investir na prevenção que na reconstrução. Temos que ter em mente os últimos acontecimentos que abalaram o país para evitar que eles voltem acontecer”, disse a deputada federal Perpétua Almeida (PcdoB-AC), presidente da comissão especial que elabora o projeto, acrescentando que o código servirá para criar uma cultura de prevenção efetiva, além de dividir melhor as responsabilidades entre municípios, estados e União.
O objetivo da reunião era ouvir os moradores da região e especializas para tentar colher propostas que enriquecessem o trabalho da CPI e da Comissão Especial. Presidente da CPI da Serra, o deputado Luiz Paulo (PSDB) se mostrou satisfeito com a proposta do código e lembrou que a recuperação das cidades da região vão custar aos cofres públicos algo em torno de R$ 4 bilhões, recursos que serão investidos na construção de habitações, dragagem de rios, contenção de encostas, diagnóstico de áreas de risco, recuperação da agricultura, rodovias, escolas e hospitais.
Responsável pela coordenação do encontro, a deputada federal Andréa Zito (PSDB-RJ) mostrou-se insatisfeita com a ausência dos prefeitos de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. “Só o Poder Executivo municipal poderia nos trazer informações mais concretas. Eles são o termômetro do que está acontecendo na região. São os prefeitos, que passam por uma situação de cobrança da sociedade, que deveriam vir conversar com os deputados federais para tentar viabilizar verbas”, ponderou.
Estiveram presentes os deputados federais Glauber Braga (PSB-RJ), relator da comissão especial; Ademir Camilo (PDT-MG); Fernando Jordão (PMDB-RJ); Arolde de Oliveira (DEM-RJ); Otavio Leite (PSDB-RJ); e Luci Choinacki (PT-SC), além do deputado estadual Nilton Salomão (PT), relator da CPI da Serra.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Portugal - Defesa: Exército mostra nova Unidade Logistica de Emergência em simulacro de sismo

O Exército demonstrou ontem, dia 19, no Depósito Geral do Material do Exército, em Benavente, as suas capacidades logísticas em situações de catástrofe, com um simulacro de um sismo no Vale do Tejo.
Na presença do ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, e do Chefe do Estado Maior do Exército, general Pinto Ramalho, foi feita uma demonstração do apoio que pode ser prestado pelo Exército no caso da ocorrência de uma catástrofe, neste caso de um sismo que "afetou" a Área Metropolitana de Lisboa, provocando "centenas de mortos e feridos" e milhares de desalojados.
No campo montado para a demonstração de hoje foi instalada uma área de apoio sanitário, com um hospital de campanha, farmácia e equipa de emergência biológica, e uma área de alojamento e serviços, com três blocos para alojamento (com capacidade para acolher 1.200 pessoas), refeitório, comando e apoio.
O Quartel Mestre General (comandante da logística), Joaquim Monteiro, frisou que a criação desta unidade responde a uma orientação para o biénio 2010/2011 no sentido de o Exército conseguir dar resposta a situações de catástrofe, em articulação com a Autoridade Nacional de Proteção Civil.
Conscientes das valências e potencialidades que o Exército pode disponibilizar neste domínio, foi estudado pelo Comando da Logística "um modelo integrador das suas capacidades" que resultou na Unidade Logística de Emergência hoje apresentada, disse.
"Numa época marcada por sucessivas catástrofes naturais em todo o Mundo, esta unidade assume particular destaque, podendo materializar uma resposta autónoma do Exército a cenários de emergência e catástrofe, potenciando a sua capacidade de intervenção em favor das populações atingidas", acrescentou.
O ministro da Defesa Nacional considerou "absolutamente essencial" que o país esteja preparado do ponto de vista da logística para "fazer frente" a situações de emergência, catástrofe e calamidade, sublinhando a importância de o Exército estar preparado para intervir na "sustentação da proteção civil e na promoção do desenvolvimento e bem estar das populações".
Depois do simulacro, que se seguiu a uma parada que contou com o desfile de 66 viaturas, com idades entre os 10 e os 33 anos, recuperadas nas Oficinas Gerais de Manutenção e Engenharia (OGME), a comitiva foi visitar os terrenos onde será futuramente instalado este serviço.

Fonte: SIC

sábado, 14 de maio de 2011

Portugal - Incêndios Florestais: Início da Fase Bravo

Inicia-se no próximo domingo, dia 15 de Maio, a Fase Bravo do esforço de empenhamento do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, que irá prolongar-se até ao dia 30 de Junho.

Durante este período o dispositivo de combate aos incêndios florestais tem a seguinte constituição:
- Combatentes - 6.438 (6.651 em 2010);
- Veículos - 1.476 (1.528 em 2010);
- Meios Aéreos - 24 (34 em 2010).

Integram esta Fase Bravo 2.411 bombeiros, 242 elementos da Força Especial de Bombeiros (FEB – ‘Canarinhos’), 654 elementos do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro da GNR (GIPS), 939 elementos do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA), 219 elementos da Polícia de Segurança Publica (PSP), 1.560 elementos da Autoridade Florestal Nacional (AFN), 158 elementos do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) e 45 operacionais da AFOCELCA.  No âmbito da vigilância, estão activos 70 posto de vigia.

Fonte: ANPC

Portugal/Madeira - Protecção Civil promove formação

Promovidas pelo Serviço Regional de Protecção Civil, IP-RAM, irão realizar-se duas Formações Avançadas sobre Auto Escadas, de natureza eminentemente operacional, direccionada para a utilização táctica dos equipamentos e maximização das suas potencialidades, destinada a elementos das Corporações apetrechadas com estes importantes meios de combate a incêndios em edifícios de grande altura.
Assim, as referidas acções são extensivas aos Bombeiros Municipais de Machico e Bombeiros Municipais do Funchal, a também a elementos de outras duas Corporações, que face à relação de proximidade, com as primeiras cooperam operacionalmente.
De acordo com a informação disponibilizada pelo Serviço Regional de Protecção Civil, a primeira destas formações sobre Auto Escadas, com uma carga horária de 40 horas, irá realizar-se de 16 a 20 de Maio, das 08:30 às 17:30 horas, nos Bombeiros Municipais de Machico e contemplará seis elementos dos Bombeiros Municipais de Machico e dois elementos dos Bombeiros Municipais de Santa Cruz.
A segunda acção de formação programada realizar-se-á no Quartel dos Bombeiros Municipais do Funchal, de 23 a 27 de Maio, e destina-se a elementos desta Corporação e também a elementos dos Bombeiros Voluntários Madeirenses. 

Portugal - Distrito de Coimbra perde meios aéreos de combate

Autoridade Nacional da Protecção Civil apresentou ontem em Mira o dispositivo especial de combate a incêndios florestais. Amanhã começa a “fase Bravo”
Mira acolheu ontem uma reunião de trabalho (à porta fechada) entre as várias forças/entidades empenhadas na prevenção e combate aos fogos florestais no distrito de Coimbra. Coube, depois, ao comandante distrital do CDOS, António Martins, apresentar o dispositivo especial de combate a incêndios florestais para a “época de fogos” que se avizinha, e ficou-se a saber que no distrito de Coimbra a aposta na prevenção e combate aos incêndios florestais tem sido ganha. Por isso António Martins lembrou que no ano passado houve 14 fogos florestais no distrito «e apenas um evoluiu para grandes dimensões».
Este operacional deu a conhecer todas as fases deste dispositivo de defesa da floresta, meios e recursos para cada uma dessas fases (Alfa, Bravo, Charlie, Delta, Echo), a primeira a decorrer desde Janeiro e a que oferece menos sobressaltos. E, no que toca a meios, também se ficou a saber que o distrito de Coimbra, em relação ao ano passado, perde três aviões ligeiros de combate e vai manter, apenas, dois helicópteros na fase Bravo (que começa amanhã e vai até 30 de Junho); três na fase Charlie (de 1 de Julho a 3 de Setembro); e um na fase Delta que vai até 15 de Outubro. Helicópteros que vão estar sedeados na Pampilhosa da Serra, Lousã e Cernache.
António Martins explicou que, este ano, os outros meios aéreos de combate (aviões leves e pesados) não vão estar disponíveis no distrito de Coimbra, porém, frisou, «há sempre possibilidades de accionar esses meios aéreos sempre que seja preciso», nomeadamente aviões leves que vão estar sedeados em Aveiro, Seia, Santa Comba Dão, Figueiró dos Vinhos, Pombal, sobretudo na fase Charlie.
O comandante distrital do CDOS desvaloriza, contudo, este facto, pois o essencial é ter um dispositivo eficaz e coordenado entre todos os agentes em terra para atacar os fogos, ou seja, «se não tivermos uma equipa terrestre eficaz, o meio aéreo não resolve o problema só por si».
A partir de amanhã (início da fase Bravo), vão já estar disponíveis sete postos de vigia em funcionamento num período entre as 11h00 e as 19h00, mas a partir de 1 de Julho estes postos aumentam para 19 para um período ininterrupto de 24 horas, em dependência directa da GNR com informação operacional ao CDOS.
Os meios do dispositivo contam ainda com equipas do Corpo Nacional de Agentes Florestais e de sapadores florestais e ainda do GIPS – Grupo de Intervenção, Protecção e Socorros.

Mira investe muito na protecção civil
Na apresentação deste dispositivo, o autarca de Mira fez questão de lembrar a «constante preocupação do município no combate a este flagelo» [incêndios] e destacou o papel dos bombeiros mirenses com os quais foi possível evitar fogos na área do município «de grandes dimensões», tanto mais que Mira tem 60 por cento de floresta e uma riqueza incalculável.
«Mira tem investido e continua a investir muito na protecção civil e na protecção florestal», avançou João Reigota, daí o seu contentamento em receber na autarquia a equipa de trabalho da Autoridade Nacional de Protecção Civil, CDOS, PSP, GNR; Bombeiros, Governo Civil...
Satisfação partilhada pelo governador civil, que além de sustentar que em matéria de combate a fogos florestais no distrito «estamos tão bem como em anos anteriores», frisou que as estruturas municipais «são essenciais» para esse combate. Henrique Fernandes também esteve em Mira para, em nome do Governo, homologar um protocolo com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mira de cedência de uma nova viatura de combate a incêndios florestais (ver caixilho).

Bombeiros ganham viatura
nova e ampliação de instalações
O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mira, Carlos Camarinha, ganhou ontem uma nova alma. Além de receber uma nova viatura de combate a incêndios, cedida pela Autoridade Nacional de Protecção Civil no âmbito de um protocolo ontem assinado, recebeu a notícia de que o quartel da corporação vai, finalmente, ser requalificado e ampliado. Notícia que foi transmitida por João Reigota, que disse ter assinado quarta-feira passada, em Lisboa, um contrato-programa «para a requalificação do quartel dos bombeiros de Mira».
Este contrato, revelou o autarca, foi assinado no âmbito dos fundos do QREN, que apoia em 70 por cento as obras que vão iniciar-se «de imediato», e que estarão prontas até ao final do ano. Nesta perspectiva, o dia de ontem, foi, também, um dia de festa para a direcção da associação humanitária e para os próprios bombeiros, alguns dos quais marcaram presença na cerimónia de entrega da viatura.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Dois sismos em Espanha causam pelo menos oito mortos

Pelo menos oito pessoas morreram na localidade de Lorca em Múrcia, Sudeste de Espanha, após dois sismos, um de 5,2 e outro de 4,5 de magnitude. Muitos edifícios ficaram danificados.


As autoridades locais chegaram a referir que os sismos causaram a morte de dez pessoas, mas mais tarde o delegado do governo local, Rafael Tovar, confirmou que oito pessoas morreram na sequência de derrocadas e que outras duas pessoas estavam em estado grave.

Francisco Jódar, presidente da autarquia de Lorca, onde os abalos se fizeram sentir com mais intensidade, disse aos órgãos de comunicação social espanhóis que pelo menos um edifício caiu. O hospital Rafael Méndez, de Lorca, foi evacuado, várias pessoas ficaram feridas e foram transportadas para os hospitais de Múrcia, Cartagena e Cieza.

Os abalos fizeram tremer vários edifícios. O epicentro localizou-se na serra de Tercia, na localidade de Lorca, perto de Múrcia. Várias estradas e linhas férreas ficaram cortadas.

Na região sentiram-se dois abalos, o primeiro com uma magnitude de 4,5 na escala de Richter e o segundo de 5,2, segundo estimativas do Centro Sismológico Euro-Mediterrânico. O primeiro abalo registou-se quando eram 17h05 locais (menos uma hora em Lisboa) e o segundo às 18h47.

Uma das pessoas que morreu era menor. O sismo sentiu-se sobretudo nas localidades de Mazarrón, Cartagena e Águillas, bem como nas províncias de Almería, Albacete e Madrid, adiantou o “El País”.

Algumas das vítimas morreram na rua, devido à queda de material de edifícios circundantes, segundo órgãos de informação locais. Pelo menos um dos mortos, uma mulher, estava num edifício residencial de três andares que ruiu completamente. O seu filho foi resgatado com vida do local.

Os abalos causaram fissuras nas estradas e viadutos e as autoridades pediram aos automobilistas para não se deslocarem para a região. A estrada A7 para Andaluzia ficou bloqueada. Muitas pessoas correram para a rua após o sismo.

“Senti um abalo fortíssimo, com muito ruído, tive muito medo”, contou ao “El País” Juani Avellaneda. Também Joana Ruiz disse aos jornalistas que a sua casa ficou destruída, “rachou toda, os móveis caíram”. Uma habitante da Avenida Juan Carlos I, em Lorca, contou que os sismos causaram fissuras no edifício onde vive e que as pessoas "saíram para a rua e os telemóveis deixaram de funcionar".

As equipas de socorro começaram a efectuar buscas casa a casa para encontrar vítimas. A autarquia activou um plano de emergência e também o governo local pôs em marcha o nível 2 do plano de emergência contra riscos sísmicos.

Múrcia fica na região de maior actividade sísmica em Espanha e a localidade de Lorca, com cerca de 92.700 habitantes, é o terceiro município de Múrcia. Estes sismos foram os mais fortes sentidos na região desde que há registos, segundo o Instituto Geográfico Nacional.

Os partidos políticos cancelaram já toda a actividade de campanha para as eleições locais e autónomas de 22 de Maio prevista para esta quinta-feira, e o ministro do Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, irá deslocar-se nesta quinta-feira de manhã à região afectada.

Responsáveis da Unidade de Prevenção e Reacção do Corpo Nacional de Polícia das localidades de Múrcia e Cartagena descreveram ao “El Mundo” uma situação “de caos e desastre generalizado”. Uma equipa de televisão da TVE, que se deslocou ao local, transmitiu mesmo em directo a queda do campanário de uma igreja de Lorca e os jornais espanhóis mostraram imagens de carros destruídos, ruas repletas de destroços e pessoas desesperadas. Em Lorca, todos os edifícios públicos sofreram algum tipo de danos e partes de edifícios caíram sobre a rua.

Notícia actualizada às 22h10

Portugal - Operação Fátima 2011

 Autoridade Nacional de Protecção Civil, através do Comando Distrital de Operações e Socorro de Santarém, vai coordenar a operação "Fátima 2011" que visa garantir a assistência e o socorro aos milhares de peregrinos que se deslocam, nos dias 12 e 13 de Maio, ao Santuário de Fátima. A operação, executada no âmbito do Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro, envolverá o Serviço Municipal de Protecção Civil de Ourém, os Corpos de Bombeiros do distrito de Santarém, a Força Especial Bombeiros (FEB), a Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), o Corpo Nacional de Escutas (CNE), entre outras entidades públicas e privadas.

Junto ao recinto, a ANPC irá assegurar o comando operacional das forças envolvidas e a articulação permanente com a força da GNR e com os serviços do Santuário de Fátima, tendo para isso feito deslocar o seu Centro Táctico de Comando (CETAC).

Estarão envolvidos, no total, mais de 260 operacionais e 87 veículos.



Fonte: ANPC

Sismo de 5,2 de magnitude causa pelo menos quatro mortos em Espanha

Pelo menos quatro pessoas morreram esta quarta-feira à tarde na localidade de Lorca em Múrcia, Sudeste de Espanha, após um sismo de 5,1 de magnitude, adiantou o "El País".


Francisco Jodar, presidente da autarquia de Lorca, onde o sismo se fez sentir com mais intensidade, disse aos órgãos de comunicação social espanhóis que um edifício caiu. E admitiu a existência de quatro mortos.

Segundo a protecção civil espanhola, o número de vítimas poderá ser cinco. O abalo fez tremer vários edifícios. O epicentro do sismo localiza-se na serra de Tercia, na localidade de Múrcia.

notícia em actualização

Portugal - Nove contratos com bombeiros, municípios e Autoridade Nacional no valor de 8,6 milhões de euros

 Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou  que vai homologar nove contratos na área da Proteção Civil que correspondem a um investimento superior a 8,6 milhões de euros, sendo de co-financiamento comunitário.
"Os contratos correspondem a um investimento superior a 8,6 milhões de euros na área da Proteção Civil, dos quais mais de 6,5 milhões de euros são financiamento do QREN e o remanescente contrapartida nacional assegurada pelas próprias entidades beneficiárias: associações humanitárias de bombeiros voluntários, municípios e a Autoridade Nacional de Proteção Civil", refere o MAI em comunicado.
Com a celebração de mais estes nove contratos, "sobe para 111 o número de projetos contratados, atingindo-se 136,4 milhões de euros de investimento total em Proteção Civil, apoiado pelo Ministério da Administração Interna, no âmbito do QREN", adianta o gabinete do ministro da Administração Interna, Rui Pereira.