domingo, 26 de junho de 2011

Portugal - Queda de ultraleve faz dois feridos graves

Um acidente com um ultraleve, que caiu no Aeródromo do Campo de Aviação da Azambuja fez, neste domingo, dois feridos graves.


Segundo informação da Autoridade Nacional de Protecção Civil, no terreno estão sete bombeiros.
O alerta para o acidente ocorreu pelas 11h00 e, cinco minutos depois, uma viatura médica de emergência e reanimação do INEM, bem como uma equipa da GNR, chegou ao local.
"O avião não planou e caiu, batendo com o trem da frente numa pequena vala. Foi aí que o piloto e a companheira se aleijaram", relatou à agência Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários da Azambuja, Pedro Cardoso, que esteve no local a socorrer os feridos.

À chegada dos bombeiros os feridos "estavam conscientes, embora um pouco agitados" e foram transportados para o hospital de Vila Franca de Xira.
Fonte: Correio da Manhã

Portugal - Protecção Civil registou 97 incêndios desde as 00:00, mas só falta extinguir nove

A Autoridade Nacional de Proteção Civil registou 97 fogos desde as 00:00, dos quais nove ainda estão por extinguir, indica a página da Internet deste organismo.
O maior incêndio (com mais de duas horas, mais de dez veículos ou, pelo menos, três meios aéreos pesados) lavra desde as 06:36 numa zona de mato em Marrancos, no concelho de Vila Verde (Braga) e está dado como "dominado".
No sábado, registaram-se 280 ocorrências que mobilizaram 2.860 homens e 782 veículos.

Fonte: Agência Lusa

Portugal - Calor: termómetros podem atingir 40ºC

O Instituto de Meterologia prevê para hoje céu pouco nublado ou limpo, aumentando temporariamente a nebulosidade durante a tarde com possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoada nas regiões do interior.
As temperaturas vão estar muito elevadas hoje em Portugal continental, com regiões a atingir os 40º C, o que levou as autoridades a recomendar precauções às pessoas mais vulneráveis, como crianças, idosos e doentes crónicos.
De acordo com o Instituto de Meteorologia (IM), as temperaturas máximas vão subir aos 40ºC em Beja, Évora e Setúbal, enquanto Santarém espera 39ºC.
Lisboa, Portalegre e Castelo Branco deverão registar 38ºC, mais um grau que em Bragança e Braga. Coimbra e Vila Real poderão marcar 36ºC, enquanto Leiria terá 35ºC.
Em Viseu os termómetros deverão marcar 34ºC. Viana do Castelo e Porto terão temperaturas mais amenas - 30ºC - e Aveiro registará 29ºC.
O IM prevê ainda um índice ultravioleta no seu valor máximo (11, "índice extremo") para Lisboa, Sines e Funchal, enquanto no restante país os índices oscilam entre 8 e 10, considerados "muito altos".

Recomendações da DGS  


Face ao calor intenso, a Direção Geral de Saúde (DGS) já alertou para a necessidade de as pessoas mais vulneráveis ao calor, como crianças, idosos e doentes crónicas, beberem mais água e sumos de fruto sem açúcar.
A DGS recomenda ainda que as pessoas procurem permanecer em ambientes frescos nas horas de maior calor e que evitem consumir bebidas alcoólicas.
De evitar é também a prática de esforços físicos e a exposição direta ao sol entre as 11h00 e as 17h00.

Treze concelhos em risco máximo de incêndio


Treze concelhos dos distritos de Viseu, Guarda, Castelo Branco, Coimbra e Leiria apresentam hoje um risco máximo de incêndio, o mais grave  de uma escala de cinco, segundo o Instituto de Meteorologia (IM). 
De acordo com o IM, os concelhos de Vila Nova de Paiva, Moimenta da Beira e Sernancelhe (no distrito de Viseu), Aguiar da Beira e Trancoso (na Guarda), Oleiros e Sertã (em Castelo Branco), Castanheira de Pera, Pedrogão Grande e Figueiró dos Vinhos (em Leiria), Pampilhosa da Serra, Arganil e Góis (Coimbra) são os que apresentam risco máximo de incêndio.  
Todos os distritos, à exceção do de Lisboa, apresentam vários concelhos com risco muito elevado de incêndio, com maior incidência nas regiões do Norte e do Centro do país.
O risco de incêndio determinado pelo IM engloba cinco níveis, variando  entre "reduzido" e "máximo". O seu cálculo é feito com base nos valores  observados às 13h00, na temperatura do ar, na humidade relativa, na velocidade  do vento e na quantidade de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.
De acordo com a informação disponibilizada pelo site da Autoridade Nacional  de Protecção Civil (ANPC) na sexta-feira foi o dia com maior número de fogos desde o início do mês, tendo-se registado 280 incêndios florestais, que foram combatidos por 2.860 bombeiros, apoiados por 782 veículos.  

sábado, 25 de junho de 2011

Portugal - Conselho de protecção civil repudia possibilidade de extinção do GIPS

O Conselho Português de Protecção Civil repudia a ideia de extinção do Grupo de Intervenção Protecção e Socorro (GIPS) da GNR defendida pela Liga dos Bombeiros Portugueses, dizendo que é a única unidade de reserva específica para determinadas situações de catástrofe.




Em comunicado divulgado esta sexta-feira e assinado pelo presidente João Paulo da Encarnação, o Conselho refere que "não reconhece aos bombeiros portugueses a qualificação resultante do quadro de exigência, rigor e disciplina militar, que distingue os militares de operações especiais do Grupo de Intervenção em Protecção e Socorro [GIPS], da Guarda Nacional Republicana (GNR)".
O presidente da mesa de congressos da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Soares, defendeu na quinta-feira a extinção do GIPS da GNR e considerou que a "Protecção Civil é mais do que fogos florestais, que correspondem a sete por cento da actividade dos corpos de bombeiros". Por isso, Jaime Soares criticou as "superestruturas que são pagas 14 meses por ano e trabalham quatro meses", o que disse ser "inconcebível".

Fonte: Correio da Manhã

Portugal - Governo não "mexe" no dispositivo de combate aos fogos

"Em tempo de guerra não se limpam armas", diz o ministro.

O ministro da Administração Interna recorreu ao ditado popular "em tempo de guerra não se limpam armas" para reforçar a decisão de, em pleno período crítico de fogos florestais, não "mexer em tudo o que está previsto, organizado e planeado" pela Protecção Civil.


Miguel Macedo adiantou que "o dispositivo que estava montado continua absolutamente intocável em todos os seus aspectos" e assumiu que a "prioridade política" é ter este ano "menos fogos e menos área ardida".

O ministro falava aos jornalistas, ontem, no final de uma reunião com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), em Carnaxide, Oeiras, para avaliar o dispositivo de combate aos incêndios florestais. Miguel Macedo adiantou ter recebido garantias de que o dispositivo no terreno - 41 meios aéreos (menos 15 que no ano passado) e 9210 elementos - é "o necessário para a época que se avizinha". E explicou que o objectivo da sua primeira deslocação como governante à ANPC foi o de dar um "sinal político de homenagem a um dos interesses nacionais mais fundamentais do momento".No entanto, o novo responsável pela pasta da Administração Interna não esclareceu se esta área vai passar para o Ministério da Defesa, como estava previsto no programa eleitoral do PSD. Também se escusou a "antecipar a notícia" sobre a eventual nomeação, para o seu ministério, de um secretário de Estado da Protecção Civil.A época mais crítica de incêndios florestais só começa a 1 de Julho, mas o calor dos últimos dias tem dado que fazer às corporações de bombeiros do país. O feriado de quinta-feira foi o que registou mais ocorrências, 160, do total de 1290 que estão até agora contabilizadas. No entanto, a Protecção Civil já alertou para as temperaturas elevadas que se vão fazer sentir este fim-de-semana, com os termómetros a chegarem aos 40 graus Celsius nalguns distritos.Ontem, os concelhos de Ponte de Lima, Gondomar, Maia e Oliveira de Azeméis viveram os casos mais complicados do dia. À hora do fecho desta edição permaneciam activos os incêndios em Loureiro (Oliveira de Azeméis) e Frejufe (Maia), que mobilizavam no seu conjunto 99 bombeiros, apoiados por 31 viaturas.

sábado, 18 de junho de 2011

Portugal - Direito de Resposta da ANPC - Notícia DN de 16 de Junho

Ao abrigo do Direito de Resposta consignado na Lei da Imprensa, segue nota enviada pela ANPC ao Diário de Notícias, referente à notícia publicada ontem, dia 16 de Julho.

Exmo. Sr. Director do Jornal «Diário de Notícias»,
1.        O «Diário de Notícias» publicou hoje, dia 16 de Junho, na página 18, uma notícia com o título «MAI desvia 6 milhões de euros da Protecção Civil para a PSP».

2.       É falso que o MAI tenha “desviado” dinheiro destinado ao combate aos incêndios florestais, para proceder a uma transferência de 6 milhões de euros para reforço do orçamento da PSP. A transferência de verbas entre serviços do mesmo ministério é um acto de gestão normal, legalmente previsto e usado frequentemente. A verba em causa foi objecto de cativação desde o início do ano, não estando previsto o seu uso por parte da ANPC, como foi esclarecido na resposta à jornalista que subscreve a peça. Esta Autoridade terá o seu orçamento reforçado, com verbas já disponibilizadas, em montante que ultrapassa os referidos 6 milhões de euros, no quadro de um conjunto de operações de gestão orçamental que estão em curso, como foi amplamente anunciado quando da divulgação do dispositivo de meios aéreos para o corrente ano. Tais verbas são originárias de um protocolo celebrado com o Ministério da Agricultura e de fundos comunitários.

3.       Assim, a ANPC exige que, ao abrigo do Direito de Resposta, conforme consignado nos artigos 24º e 25º da secção I, do Capitulo V da Lei de Imprensa, que o esclarecimento enviado ao DN seja publicado na integra.

Fonte: ANPC

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Angola - Desmaios de alunos por inalação de substância desconhecida agora em Cacuaco

Os desmaios por inalação de substância tóxica não identificada voltaram a registar-se em Luanda, desta vez numa Escola do Município de Cacuaco, apurou a RNA, na Quinta – feira, 16/06.


Segundo o porta – voz dos serviços de protecção civil e bombeiros, cerca de quinze crianças desmaiaram e foram prontamente assistidas num Hospital do Município, estando já fora de perigo.

O Porta – voz Faustino Sebastião informou que tal aconteceu devido ao vazamento de uma substância não identificada, no interior da Escola, mas que de imediato os serviços de emergências médicas, e os bombeiros, procederam a evacuação para o Hospital municipal.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Portugal - Competências dos governos civis podem passar para as comunidades intermunicipais

O próximo Governo liderado por Pedro Passos Coelho pode não voltar a nomear governadores civis se o próximo ministro da Administração Interna chegar a acordo com os presidentes das comunidades intermunicipais para aceitarem as principais competências daquela entidade.
O consenso para acabar com os governos civis está conseguido mas a legislação não permite a sua extinção de um dia para o outro. A solução ideal, enquanto não se altera a Constituição, seria a mudança dos serviços para outras entidades. O MIRANTE soube que uma das hipóteses é a permanência dos actuais governadores civis até se encontrarem as soluções ideais que concretizem a vontade dos dirigentes do PSD de não voltarem a alimentar um cargo que nos últimos tempos não tem servido para nada.
“Só a questão da Protecção Civil é problemática”, disse a O MIRANTE uma fonte ligada ao partido de Miguel Relvas e Vasco Cunha. Adiantou, no entanto, que no caso de Santarém as negociações com Sousa Gomes, o presidente da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, ditarão a melhor solução para o caso do distrito.
“O maior problema é a realidade dos país, que é muito desigual de região para região, e isso pode complicar as soluções”, confessou ainda a fonte do PSD a O MIRANTE.

Portugal - Voluntariado jovem vigia florestas

Incentivar e sensibilizar a participação dos jovens na defesa e preservação da floresta e reduzir ou evitar o flagelo dos incêndios e, paralelamente, sensibilizar a população para a temática, são os principais objectivos do projecto «Sesimbra Vigilante» que decorre entre 1 e 30 de Julho e as inscrições já estão abertas.
O projecto irá decorrer nos postos de vigia do Serviço Municipal de Protecção Civil e envolve oito voluntários, com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos. As funções destes voluntários passam por reportar qualquer actividade ou comportamento que ponha em risco a mancha florestal do município, identificar eventuais colunas de fumo bem como o local onde essa situação esteja a ocorrer, reportar e registar entradas de pessoas para o interior das matas do concelho e efectuar acções de sensibilização junto da população.
As equipas de voluntários dividem-se por quatro por cada período máximo de 15 dias, e os turnos têm uma duração máxima de 5 horas: manhã, das 09h00 às 14h00 e tarde: das 14h00 às 19h00. Cada um dos voluntários têm direito a uma bolsa diária no valor de 10 euros.
Este é um projecto integrado no Programa Voluntariado Jovem para as Florestas 2011, que é organizado em parceria entre o Instituto Português da Juventude, a Autoridade Florestal Nacional e o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas e promovido pela Câmara Municipal de Sesimbra, através do Sector de Juventude e Protecção Civil.
Pode saber mais sobre este projecto aqui:

Angola - Governante alerta a fábrica de gás para prevenir ameaças de incêndios

O vice-ministro do Interior para a Protecção Civil e Bombeiros, Eugénio Laborinho, exortou recentemente a direcção do projecto Angola LNG, na cidade do Soyo, a acelerar a aquisição de meios técnicos de combate a incêndios para a segurança da fábrica de gás natural liquefeito em construção na região. 
O governante, que esteve no município do Soyo em visita de trabalho, disse durante o encontro na Base do Kwanda com a direcção do projecto Angola LNG, que esta tem conhecimento de todos os riscos que advêm da implementação de projectos do género entre as comunidades, pelo que se deve garantir os procedimentos necessários em termos de segurança contra incêndios. 
“Os altos riscos que advêm da presença de uma fábrica de gás ao redor das comunidades, obriga-nos a não ficarmos distraídos no aspecto da segurança contra  incêndios”, alertou. 
A direcção da empresa Angola LNG, proprietária da fábrica de gás natural em construção na cidade do Soyo, segundo orientou, deve trabalhar com a comissão criada pelo seu pelouro, no sentido de adquirir o mais rápido possível os meios técnicos necessários, desde viaturas de combate aos incêndios e outros de resgate e salvamento. 
Eugénio Laborinho apelou ainda à direcção do projecto Angola LNG a continuar a trabalhar nas normas e procedimentos, bem como na sensibilização e educação do pessoal e da população da periferia sobre a segurança a ter em conta onde existe um projecto de gás de tal magnitude.  “O importante é continuar a trabalhar na correspondência das  normas e regulamentos de segurança contra incêndios vigentes na República de Angola e sabemos que estamos a ser correspondidos nesta matéria”, acrescentou. 
Para garantir maior segurança, o governante apelou também à direcção do projecto de Angola LNG a trabalhar em conjunto com o Ministério do Interior para a construção de um quartel de médio escalão de Protecção Civil e Bombeiros, com vista a apoiar a fábrica e a comunidade circunvizinha. 
O vice-ministro anunciou que uma brigada viaja de Luanda nos próximos dias, para fixar-se na cidade do Soyo, com vista a trabalhar no projecto acima referido, pelo que devem ser criadas condições para a sua acomodação, com vista a acompanharem de perto o arranque da fábrica, enquanto se aguarda a instalação do futuro quartel na região.Aquele responsável do Ministério do Interior disse também ter a consciência da importância para o país e não só do referido projecto, bem como da noção de responsabilidade do projecto Angola LNG em relação aos seus trabalhadores e população, pelo que louvou o rigor de segurança que ali impera.



A conclusão da fábrica de gás natural está para breve. Cerca de 85 por cento do empreendimento está realizado e já recebe o gás natural do bloco 15 para testes e gerar, por outro lado, energia para alimentar o próprio projecto.